| A aprendizagem cooperativa continua a provar
a sua eficácia em várias facetas do ensino da matemática.
A aprendizagem cooperativa não só promove a realização
com vários níveis e tipo de alunos (Slavin 1991), mas também
os alunos trabalham juntos em grupos, a comunicação e as relações
inter-pessoais são apuradas (Greenes, Schulman e Spungin 1992; AAAS
1989, 1993). Os alunos quando estão em grupos pequenos envolvem-se
mais com a matéria e com os outros, do que quando estão em
grupos grandes de contexto de matemática (Mulryan 1992).
Inerentes no trabalho cooperativo estão os processos valorizados,
como esclarecimento, comparação e defesa de ideias, bem
como as habilidades sociais de ouvir, comprometer e chegar a consenso
(Rees 1990; Yackel, Cobb e Wood 1991). O trabalho do grupo colaborativo
proporciona diversas oportunidades para engajar os alunos em discussão
de fundo (NCTM 1989, 1991). Isto contribui para um sentido de comunidade
matemática como recomendado no Everybody Counts (Conselho Nacional
de Investigação de 1990).
IMPLEMENTAR A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA MATEMÁTICA:
A pedido de professores numa Escola Profissional de Desenvolvimento
(PDS) para o programa de formação de professores na Universidade
de Mississippi, nós iniciamos um projecto de aprendizagem cooperativa
com professores da 4ª classe e seus alunos. Nesta escola rural, os
professores não tinham antes incorporado muita aprendizagem cooperativa
organizada nas suas aulas de matemática, e estavam ansiosos em aprender
mais sobre a aplicação efectiva de estratégias de aprendizagem
cooperativa. Os alunos de duas turmas na PDS participaram regularmente nos
grupos de aprendizagem cooperativa da matemática e outras disciplinas.
Alunos de duas outras turmas trabalharam apenas ocasionalmente em grupos.
Nas turmas em que a aprendizagem cooperativa era uma prática regular,
os alunos engajavam-se na solução de problemas de matemática
em grupo, duas a quatro vezes por semana. Muitas vezes, as sessões
de aprendizagem cooperativa seguiam-se à introdução
de tópicos em grandes grupos. Nos seus grupos, os alunos trabalhavam
nos problemas de matemática, utilizando os seus manuais, exercícios
da Cooperativa Learning Resource Activities (Haubner, Rathmell e Super 1992)
(vide fig.1), material adaptada da AIMS (1987) (vide fig.2), situações
de vida real sugeridas pelos seus professores e materiais fornecidos por
pessoal universitário (vide fig.3). Nós introduzimos e revimos
várias estratégias específicas de solução
de problemas, tais como adivinha e verifique, faça um mapa e utilize
uma imagem. Além disso, à medida em que os alunos iam iniciando,
desenvolvendo e partilhando outras estratégias, estas abordagens
passaram a fazer parte do repertório de estratégias de solução
de problemas que existiam. Os alunos trabalhavam em grupos nos problemas,
utilizando estratégias de solução de problemas; eles
criavam e partilhavam também problemas idênticos de sua própria
autoria. Os tipos favoritos dos alunos eram problemas lógicos e abertos
desenvolvidos a partir de situações de vida quotidiana, tais
como as que são mostradas na figura 4.
K-W-D-L: UMA TÉCNICA PARA ORGANIZAR E REGISTAR
TRABALHOS: Para orientar o trabalho
das crianças, nós fizemos uma modificação da
técnica K-W-L de Ogle (1986) (fig.5). Originalmente desenvolvida
para melhorar a compreensão na leitura, a técnica orienta
os leitores através de medidas que leitores maduros adoptam a medida
em que leem material de exposição. A técnica é
amplamente utilizada para a leitura, mas também tem muito potencial
para a utilização nas investigações matemáticas.
As explicações de K-W-L- e as formas como isso é utilizado
para a solução de problemas na matemática, apresentam-se
a seguir:
K--O QUE EU SEI: Neste passo, os
leitores reflectem e discutem o que já sabem sobre um tópico.
O professor alista as suas respostas e ajuda os alunos a categorizarem
as informações de que já estão cientes. Em
seguida, o professor ajuda os alunos a identificarem qualquer coisa, tais
como conceitos erróneo possíveis que eles queiram verificar
ou esclarecer a medida em que vão avançando. Para a solução
de problemas matemáticos em grupo, o passo "K" envolve
a leitura, o parafraseamento e a discussão do problema por parte
dos alunos, para ver que informação é fornecida.
Pode também incluir outras estratégias tais como encenar
o problema, desenhar imagens, ou um mapa para que os alunos possam começar
a compreender o problema e reconhecer o que já sabem.
W-- O QUE EU QUERO DESCOBRIR: Com
a orientação do professor, os alunos identificam áreas
sobre as quais eles querem aprender. Muito frequentemente eles colocam
questões que ainda não foram respondidas no texto de exposição
- ou levantam tópicos que ainda não foram discutidos - e
devem consultar outras fontes para descobrir as suas respostas e informações.
Para a solução de problemas de matemática, este passo
pode simplesmente envolver um acordo a nível do grupo sobre o que
é que está a ser perguntado - qual é a pergunta e
o que é que significa? O passo "o que eu quero descobrir"
pode também envolver os alunos na decisão de um plano para
resolver o problema. Eles podem decidir que necessitam de descobrir dados
e, em seguida, nas fontes desses dados. Talvez necessitarão de
advinhar ou conversar com os outros, fazer medições, experiências
ou consultar livros de referência.
L -- O QUE APRENDI: O "passo
que aprendi" de Ogle envolve os alunos na leitura de textos silencioso
e no registo das suas constatações. As suas respostas podem
ser partilhadas de várias formas: Por exemplo, podem escrever sobre
os factos que eles aprenderam e ler as suas respostas escritas perante
os seus colegas de turma. Este passo ajuda os aprendizes a refinarem e
a expandirem o seu pensamento sobre os processos de leitura e escrita.
Na solução de problemas de matemática, o passo "LL"
requer que os alunos afirmem que defendem as suas respostas e que descrevam
como é que trabalharam em torno do problema. Eles podem verificar
o seu trabalho deixando que os outros os verifiquem, ou falarem sobre
o raciocínio das suas respostas. Os grupos são também
encorajados a reflectirem sobre, e escreverem em relação
a, quaisquer informações gerais que poderão ter aprendido.
Por exemplo, os alunos num grupo podem escrever e conversar sobre como
desenhar uma imagem os ajudou e como utilizaram a estratégia de
advinha e verificação.
Aos passos de Ogle, nos acrescentamos um passo "D". "O
que fiz". Membros do grupo utilizaram uma folha de registo a medida
em que iam trabalhando nos problemas em conjunto. Os passos "O que
Sei" e "O Que Quero Saber" normalmente ajudou-os a compreenderem
o problema, planificarem como resolvê-lo e avaliarem as suas respostas.
As suas narrativas e notas do "O Que Fiz" ajudaram os alunos
a pensar de forma consciente sobre os planos e os processos que aplicaram
à medida em que iam trabalhando em conjunto sobre os problemas.
O nosso passo "D" ficou em terceiro lugar, precedendo o "L",
ou "O Que Aprendi".
RESULTADOS: Nós utilizamos
pré e pós-testes de solução de problemas de
matemática para os alunos nas duas séries de turmas. Os
testes incluíram versões de dois problemas de raciocínio
-- um problema de dois factores e um problema especial (fig.6). As crianças
trabalharam em grupos utilizando manipulativos que eles quisessem. Nós
classificamos o trabalho dos grupos utilizando a escala de classificação
holísitca de Charles, Lester e O'Daffer's (1986) (fig.7). Os alunos
que utilizavam a aprendizagem cooperativa nas turmas, marcaram pontos
substancialmente mais elevados do que os de outras turmas. Mas também
comparamos os exemplos de solução de problemas de alunos
pertencentes a grupos que utilizavam a aprendizagem cooperativa na matemática
com exemplos dos grupos que não o faziam. Nós vimos várias
diferenças qualitativas. No geral, as respostas de alunos de aprendizagem
cooperativa eram mais longas e mais detalhadas do que as dos outros alunos.
Talvez os grupos acostumados a trabalhar em conjunto fossem capazes de
gerar descrições mais completas do seu raciocínio
do que aqueles não trabalhavam nesta base de forma regular. Em
termos gerais, os alunos de grupos cooperativos faziam mapas mais detalhados;
em relação ao problema especial, estes alunos eram mais
susceptíveis na utilização de desenhos com mais de
uma camada, do que os alunos que faziam menos trabalho de grupo.
Apoios de evidência de anedotas aumentavam atitudes positivas para
alunos que utilizavam regularmente a aprendizagem cooperativa com a técnica
K-W-D-L- para a solução de problemas da matemática.
As crianças diziam que gostavam de trabalhar em conjunto. Elas
manifestavam crescente confiança, interesse e excitação.
Ouvimos declarações tais como "vamos fazer mais!"
e "vamos conseguir! Podemos fazer qualquer coisa!" Os alunos
pareciam estar orgulhosos quanto às suas habilidades crescentes
para resolver problemas, particularmente os de raciocínio de dois
factores. À medida em que iam trabalhando nesses problemas, as
crianças empregavam várias estratégias, incluindo
o desenho de imagens (fig.8), fazendo mapas para reflectir os dois factores
(fig.9) e utilizando a advinha e verificação. À medida
em que trabalhavam em grupo, os alunos sempre se lembravam de verificar,
eles próprios, para garantir que as suas respostas se coadunassem
com os requisitos dos problemas. As crianças eram, de forma geral,
cooperativas e entusiásticas no seu trabalho. Elas aprendiam a
chegar a consensos, sempre que necessário. Muitas vezes, os alunos
que não concordavam com a opinião dos seus grupos, eram
encorajados a escreverem os seus próprios pareceres e anexá-los
aos relatórios dos grupos.
Os professores no PDS permanecem entusiásticos quanto à
aprendizagem cooperativa da matemática. Eles realçam vantagens
tais como um envolvimento individual maior e assunção de
responsabilidade por parte dos alunos, mais no comportamento de tarefas
e no desenvolvimento do orgulho e espírito de grupo. Os professores
afirmam que a utilização de grupos torna as lições
de matemática mais interessantes, tanto para os alunos, como para
eles próprio. Eles utilizam grupos cooperativos para actividades
tais como jogos e trabalhos de casa de matemática, bem como para
a solução de problemas. Por vezes, os professores oferecem
certificados para agradar os grupos que trabalham mais efectivamente.
Eles observam que os alunos trabalham bem com ou sem reconhecimentos.
CONCLUSÃO: Fazer com que os
alunos escrevam sobre as suas experiências na solução
de problemas de matemática provou ser válido; o processo
liga as habilidades de matemática e comunicação e
estimula o raciocínio dos alunos. A utilização de
K-W-D-L, como um quadro para fazer com que os grupos se iniciem na organização
e documentação do seu trabalho, tem provado ser viável
e efectivo. Outros professores podem escolher implementar a técnica
para ajudar os alunos a considerarem os processos que utilizam à
medida em que resolvem os problemas em conjunto. Os educadores podem optar
por querer partilhar o processo K-W-D-L com pais e outros membros da família
como uma estrutura para ajudar as suas crianças a desenvolverem
habilidades de estudo e para aumentarem a sua autonomia académica.
Material Acrescentado: Jean Shaw,
Martha Chambless e Debby Chessin são colegas na Universidade de
Mississipi, MS 38677. Vernetta Price e Gayle Beardain ensinam na Escola
Intermédia no Sul de Panola, Batesville, MS 38606. FIGURA 1 Modelo
de Problemas Cooperativos das Actividades de Recursos de Ensino (Haubner,
Rathmell e Super 1992) FIGURA 2 Actividade de Aprendizagem Cooperativa
adaptada da AIMS (1987) FIGURA 8 Resultados da utilização
da estratégia de desenho de imagens FIGURA 9 Resultados para problemas
de moedas a partir da utilização de uma estratégia
de mapas.
BIBLIOGRAFIA
AIMS Education Foundation. Primarily Bears. Fresno, Callif: AIMS Educational
Foundation, 1987.
American Association for the Advancement of Science (AAAS). Benchmarks
for Science Literacy. New York: Oxford University Press, 1993.
American Association for the Advancement of Science (AAAS). Project 2061.
Washington, D.C.: AAAS, 1989.
Augustine, Dianne K., Kristin D. Gruber, and Lynda R. Harrison. "Cooperation
Works!" Educational Leadership 47 (December -- January 1990): 4-7.
Charles, Randall, Frank Lester, and Phares O'Daffer. How to Evaluate
Progress in Problem Solving. Reston, Va.: National Council of Teachers
of Mathematics, 1968.
Greenes, Carole, Linda Schulman, and Rika Spungin. "Stimulations
Communication in Mathematics". Arithmetic Teacher 40 (October 1992):
78-82.
Haubner, Mary Ann, Edward Rathmell, and Douglas Super. Cooperative Learning
Resource Activities. Boston: Houghton Mifflin Co., 1992.
Mulryan Catherine M. "Student Passivity during Small Groups in Mathematics"
Journal of Educational Research 85 (May -- June 1992): 261-73.
National Council of Teachers of Mathematics. Curriculum and Evaluation
Standards for School Mathematics. Reston, Va.: the Council, 1991.
National Research Council. Everybody Counts: A Report to the Nation on
the Future of Mathematics Education. Washington, D.C.: National Academy
Press, 1990.
Ogle, Donna. "K-W-L: A Teaching Model That Develops Active Reading
of Expository Text". Reading Teacher 39 (February 1986): 564-70
Rees, Rebecca D. "Station Break: A Mathematics Game Using Cooperative
Learning and Role Playing". Arithmetic Teacher 37 (April 1990): 8-12.
Slavin, Robert E. "Synthesis of Research on Cooperative Learning".
Educational Leadership 48 (February 1991): 71-87.
Yackel, Erna, Paul Cobb e Terry Wood. "Small-Group Interactions
as a Source of Learning Opportunities in Second-Grade Mathematics".
Journal for Research in Mathematics Education 22 (November 1991): 390-408.
FIGURA 3: Problema gerado por professor: O Kenny alimenta alguns dos
animais da sua fazenda. A sua mãe pergunta: "Alimentaste todos
eles?" O Kenny tenta aldrabar a mãe dizendo, "contei
catorze cabeças dos animais que alimentei. Contei 32 pés".
A mãe do Kenny pensou um momento. Ela sabia que Kenny alimentou
algumas galinhas e alguns cavalos. Por último ela descobriu. Pode
também descobrir? Releia o que o Kenny disse. Veja se pode dizer
quantos cavalos e, agora, quantas galinhas é que o Kenny alimentou.
Demonstre o seu trabalho.
FIGURA 4: Problema aberto e de vida quotidiana: Quer comprar alguns produtos
para as últimas quatro pessoas para as últimas refeições.
Deve incluir cada grupo de alimentos em cada refeição. Faça
uso de publicidade de supermercados a partir do jornal. Planifique o que
deverá comprar para permanecer dentro do orçamento dos 20
$EU. Calcule os custos dos artigos que pretende. Discuta como é
que sabe que o seu total de aproximadamente 20 $EU. Em seguida, utilize
uma calculadora para descobrir o custo real. Utilize o quadro de taxa
para encontrar e acrescente a taxa que deverá pagar.
FIGURA 5: Processo modificado de K-W-L- K O que nós sabemos. W
O que nós sabemos. D O que nós fizemos. L O que nós
aprendemos.
FIGURA 6: Artigos tipo para testes.
1. La Toya tem 65 c no seu bolso. Ela tem um total de 11 moedas. As moedas
são centavos e dimes. Quantas de cada moeda é que ela possui?
Imagine-as e demonstre o seu trabalho. Diga como é que obteve a
resposta. Diga como é que pensa que tem razão.
2. O sr. Black está a fazer uma exposição das canecas
do Dia da Mãe na loja Panola Variety. Ele deve arranjar 36 canecas
As canecas estão empacotadas em contentores de presentes, tal como
demonstrado. Desenhe 2 ou mais exposições que o sr. Black
pode utilizar. Utilize os cubos ou outros manipulativos se desejar. Faça
os seus desenhos. Diga Como resolveu o seu problema.
FIGURA 7: Escala de Ponto de Marcação Holística
Focada: 0 PONTOS. Estes papeis têm uma das seguintes características:
São limpas.
Os dados no problema podem ser simplesmente
copiados, mas nada é feito com os dados, ou há um trabalho,
mas sem um aparente entendimento do problema.
Há uma resposta incorrecta e nenhum
outro trabalho é demonstrado.
1 PONTO: Estes papeis têm uma das seguintes características:
Há um início para descobrir
a solução para além de apenas copiar dados que reflectem
algum entendimento, mas a abordagem utilizada não podia levar a
uma solução correcta.
Uma estratégia inapropriada é
iniciada mas não levada a cabo, e não há qualquer
evidência de que o aluno terá passado para uma outra estratégia.
Parece que o aluno tentou uma abordagem que não funcionou e, por
conseguinte, desistiu.
O aluno tentou chegar a uma sub-meta, mas
não o conseguiu.
2 PONTOS: Estes papeis têm uma das seguintes características:
O aluno utilizou uma estratégia inapropriada
e obteve uma resposta errada, mas o trabalho mostrou algum entendimento
do problema.
Uma estratégia apropriada foi utilizada,
mas -- a) não foi levada a cabo suficientemente longe para chegar
a uma solução (por exemplo, haviam apenas dois lançamentos
numa lista organizada); b) foi implementada de forma incorrecta e, deste
modo, levou à não resposta ou uma resposta incorrecta.
3 PONTOS: Estes papeis têm uma das seguintes características:
O aluno implementou uma estratégia
de solução que poderia levar à solução
correcta, mas ele entendeu mal parte do problema, ou ignorou uma condição
no problema.
Estratégias apropriadas de solução
foram devidamente aplicadas mas - - a) o aluno respondeu ao problema de
forma incorrecta por uma razão não aparente, b) a parte
numérica correcta da resposta foi dada e a resposta não
foi marcada, ou foi marcada incorrectamente; c) nenhuma resposta é
dada.
A resposta correcta foi dada, e há
alguma evidência de que estratégias apropriadas de solução
foram seleccionadas. Todavia, a implementação das estratégias
não foi completamente clara.
4 PONTOS: Estes papeis têm uma das seguintes características:
O aluno cometeu um erro ao levar a cabo a
sua estratégia apropriada de solução. Porém,
este erro não reflecte um mal entendido nem do problema, nem de
como implementar a estratégia mas, ao invés, parece ser
um erro de cópia ou de conceptualização.
Estratégias apropriadas foram seleccionadas
e implementadas. A resposta correcta foi dada em termos dos dados no problema.
(de Charles, Lester e O'Daffer [1986,35]).
FONTE: Ensinar Matemática
às Crianças v3 p482 - 6 de maio de 1997. Reproduzido com
a permissão do Ensino de Matemática a Crianças, direitos
do autor 1997, pelo Conselho Nacional de Professores de Matemática.
Todos os Direitos Reservados.
|