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Viver num Mundo Vermelho, Branco
e Azul
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| Com o sol ainda baixo no horizonte do novo
semestre, os professores olham para as caras dos seus alunos ainda avermelhadas
das férias de verão. Assim, é apropriado investigar
a aparência vermelha do sol quando está em baixo no horizonte.
O amanhecer começa com o brilho avermelhado do céu na nascente
e, depois, o sol perde a sua aparência exótica para se transformar
num objecto amarelo-esbranquiçado por volta do meio dia. Ao pôr
do sol, o avermelhar voltar.
Um copo de água com algumas gotas de leite ajuda a explicar este
fenómeno. Sempre que uma gota de leite for acrescentada à água, misture
a solução e observe o papel. Devagarinho, o papel passa
a ter a cor amarela-laranja-vermelha. A luz branca é composta de cores vermelha, cor de laranja, amarela, verde, azul e violeta. Antes de esta mistura heterogénea da lanterna focar no papel com cor branca, algumas ondas desaparecem. A solução do leite muito diluído parece vermelho alaranjado porque as outras cores de uma forma ou de outra são dispersas. Na física, a palavra descrição é utilização para descrever o que acontece nas ondas de luz quando colidem e são momentaneamente absorvidas por moléculas de componente de ar (oxigénio, nitrogénio e água) e partículas de poeira e, então, são re-emitidas em várias direcções. Quando a sua direcção não é organizada, há
uma forma quantitativa pela qual as cores são dispersas. Ondas
mais curtas (azul) são dispersas cerca de 7 vezes mais facilmente
do que as ondas vermelhas mais compridas; ondas amarelas são dispersas
cerca de três vezes mais facilmente do que as vermelhas. Quando o sol está a um nível baixo do horizonte, as ondas mais longas -- amarela, cor de laranja e vermelha - penetram na atmosfera mais espaçosa ao mesmo tempo que o azul é visto nas regiões perpendiculares às linhas vista. Esta dispersão de ondas específicas é chamada dispersão selectiva. A figura 2 demonstra que quando o sol ou a lua está no horizonte, a sua luz percorre o ar mais espesso e, nessa altura ocorre mais dispersão e vermelhão. As ondas circulam fora de uma pedra atirada numa poça, e quando elas encostam uma rolha, esta bate para cima e para baixo com a mesma frequência das outras que passam. Ao mesmo tempo, a direcção da onda é ligeiramente alterada. Esta analogia explica como as ondas da luz percorrem a atmosfera e encontram as suas moléculas e partículas componentes. Depois da colisão, as ondas da luz são enviadas para fora com a mesma frequência (o mesmo que acontece com a rolha) mas numa direcção diferente (espalhado). Este fenómeno avermelhado é muitas vezes visível
durante quatro vezes por dia: no nascer e pôr do sol, e no nascer
e pôr da lua. Lembre-se que quando a lua brilha, está simplesmente
a reflectir a luz do sol, de forma tal que a satélite da terra
também parece cor de laranja na medida em que aparentemente se
movimenta acima do horizonte da nascente e, mais uma vez, depois de algumas
horas quando estiver a baixar-se no seu poente. Os poços petrolíferos durante a Guerra do Golfo de 1991
também levaram a matéria particular muito alto no ar e,
de igual forma, resultaram numa intensa coloração vermelha
dos céus no nascer e no pôr do sol. Uma referência
excelente com diagramas coloridas pode ser encontrada no web site:
http://av.yahoo.com/bin/query?p=optics+%2B+sc attering&hc=O&hs=1. Figura 2: Porque a atmosfera é mais espessa quando o sol estiver no horizonte, há mais dispersão e coloração vermelha. AUTOR: Michael Leyden.
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