6ª - 8ª Classes
Foto Síntese e Transpiração
Panorâmica: Constatou-se que muitos alunos não estão interessados na ciência. Muitas vezes pensam que a matéria dada na ciência não é relevante às suas necessidades. Pensam que a ciência é aborrecida e difícil. Até que as crianças experimentem a ciência de forma divertida, a sua atitude não poderá mudar. Os professores devem tentar atrair mais crianças à ciência. As plantas proporcionam uma fonte renovável de energia alimentar para várias formas de vida. A vegetação utiliza a energia solar e os gases na atmosfera para produzir alimentos através da foto síntese e troca de gases na atmosfera, no processo associado da transpiração.

Finalidade: Esta lição tem como finalidade ajudar os alunos a experimentarem a ciência de uma forma diferente, e mudar as suas atitudes negativas perante a mesma, para atitudes positivas.

Objectivos: Os alunos serão capazes de:
i. Observar o efeito da luz sobre plantas.
ii. Ilustrar a mudança de gases entre a atmosfera e as plantas.
iii. Descrever como a vegetação usa a energia solar para produzir alimentos através da foto síntese.
iv. Demonstrar que as plantas fazem parte de vários ciclos naturais.

Recursos/Materiais:
Panelas de duas ou mais polegadas
Cinquenta ou mais sementes de ervilha
Terra para cultivo
Um respirador (um jarro com orifícios na tampa)
Uma área escura (uma caixa de papelão grande) ou um armário
Garrafa ou jarro de vidro, papel, lápis e lápis de cor.

Actividades e Procedimentos:
i. Divida a turma em pequenos grupos (se não estiver a conduzir esta experiência como uma demonstração). Diga a cada aluno para fazer uma classificação ilustrada de acontecimentos que levam ao arrebentar das sementes até ao fim da experiência.

ii. Faça germinar sementes de ervilha colocando-as em guardanapos de papel húmido numa travessa ou num prato raso, e cobrindo-as com água morna de torneira. Continue a cobri-las com a mesma água, mantendo-as cobertas com esta água morna e num lugar indirectamente iluminado. Dentro de dois a três dias deverá aparecer um "anzol". Depois de o "anzol" aparecer, as sementes estão prontas para serem plantadas nos vasos.

iii. Prepare dois vasos colocando guardanapos de papel como uma linhagem para cada vaso. Encha com uma mistura de solo vermelho até 2 ½ polegadas do topo.

iv. Coloque as sementes cuidadosamente sobre a mistura. Cubra com ¼ a ½ de polegada da mistura da terra.

v. Regue água por cima da terra até que esta esteja bem saturada.

vi. Coloque um dos vasos num lugar bem iluminado.

vii. Coloque o outro vaso na área escura designada e deixe-o completamente na escuridão durante sete a dez dias.

viii. Passados sete ou dez dias, remova o vaso da área escura designada e compare-o com o vaso de sementes deixado crescer à luz.

ix. Diga aos alunos para discutirem as diferenças e fazerem um desenho ilustrando as diferenças entre as duas séries de rebentos.

x. Deixe o vaso que estava na escuridão exposto à luz durante alguns dias e compare os resultados.

xi. Remova um rebento de cada vaso e compare a estrutura da raíz do rebento que cresceu na escuridão à do que cresceu à luz.

xii. Coloque uma garrafa de vidro sobre um dos rebentos e ponha-a à luz do sol.

xiii. Observe a condensação que ocorre no interior da garrafa. A condensação é o vapor de água liberto pela planta na altura em que troca oxigénio com dióxido de carbono (transpiração).

EXTENSÕES
1. Leva a turma para uma área relvada no recinto da escola. Remova uma pá cheia de relva coberta de terra. Instrua a turma a examinar a profundeza das raízes e sua estrutura. Qual é a sua diferença com as raízes dos rebentos das ervilhas? Qual é a diferença fisiológica entre a relva e os rebentos de ervilha? (Folhas, etc.). Terão o mesmo processo fotosintético?

2. Leve a turma a uma área arborizada ou florestal. Compare o efeito da luz sobre rebentos idênticos que crescem à sombra de uma árvore e rebentos que crescem à luz do sol.

Atar tudo junto: Esta actividade demonstra vivamente as condições necessárias para a germinação de boas sementes. Diga as crianças para aprenderem e recitarem o seguinte poema:

Título: O Crescimento da Planta
Fraca, Fraca, raquítica planta,
Porque estás tão murcha e frágil
Dentro de uma caixa tão escura?
Tenho um ar tão estreito
Sinto-me tão fraca
Pois que careço de três coisas para a vida:
Ar, raios solares e água
Mas Tosan alimentou-se com apenas duas.
ELSSA, 1997.

Avaliação:
1. Da série de actividades, diga as crianças para alistarem, nos seus cadernos, as condições necessárias para a germinação de boas sementes.
2. Diga a cada criança para recitar o poema sobre o Crescimento da Planta perante o resto da turma.
3. Encoraje as crianças a recitarem o poema em casa, para as suas famílias.

Sugestões/Modificações:
Os alunos podem desenhar e delinear o crescimento progressivo da planta à luz do sol, à medida em que vai ganhando forma.
Os alunos podem desenhar as plantas que têm nas suas casas e na vizinhança, e investigar os seus nomes.
Os alunos podem inventar plantas fictícias que possam ter poderes medicinais mágicos ou especiais.

Autor(es): Nelida Boreale, Mountain View Elementary, AZ.
http://www.col-ed.org/cur/.